Estava querendo fazer algo com o título, coloquei pra tocar, ouvi frases que faziam sentido, poesia interessante e saudosismo dos anos setenta que eu nem vivi, nada adianta, nada impulsiona o cérebro rumo ao monte dos pensamentos construtivos.
Algo que brilha e é falso... É dinheiro? Idéia? A maleta de Pulp Fiction? Vai saber, não dá pra entender, tem tanta coisa falsa nesse mundo que já se tornou um labirinto, não temos a resposta, somente a imaginação.
Toda coisa abstrata flúi daqui de dentro da gente, fazemos o labirinto, somos o labirinto, brilhamos e somos falsos, eu acho, o labirinto tá aqui na frente, ali do lado, do outro lado e atrás só tem parede.
Quantas vírgulas tenho usado ultimamente. Além de tudo não tem nada definido, quero um papo com Freud, são sonhos, são realidades, são falsos e são brilhantes.
Uma nova mudança em breve vai acontecer, ou não, é indefinido, como posso dizer isso? Nunca mais você fez isso, nunca mais você fez aquilo, e o passado é uma roupa que não serve mais, e Belchior é um cara que se prendeu ao passado, toda música tem saudade. O passado nunca mais.
Tá muito complicado, é melhor ouvir Chico, rimas sobre a volta do malandro ou João e Maria; "agora eu era herói e o meu cavalo só falava inglês", o passado nunca mais, "e você era a princesa que eu fiz coroar", e o passado é uma roupa que não serve mais, "agora era fatal que o faz de conta terminasse assim", porque é falso e brilhante, "pois você sumiu no mundo sem me avisar, e agora eu era um louco a perguntar; o que a vida vai fazer de mim?".
Eu quero um papo com Freud, porque é sonho e é realidade, e é tudo confuso, é falso e é brilhante e eu não sei o que é... É dinheiro? Idéia? A maleta de Pulp Fiction?
25 de mar. de 2009
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